Namoram há 5 anos

Não consigo me perdoar

2020.10.26 12:41 mulhermediana Não consigo me perdoar

Já passou mais de um ano desde que meu último relacionamento terminou, estou em um novo há nove meses e nao tenho contato com meu ex desde o termino. Fiz terapia pra que pudesse desabafar sobre as coisas que passei mas honestamente não adiantou muito. Ainda sinto muita raiva de mim mesma e, de certa forma, não consigo superar ter me submetido a tanta merda.
Não vou contar a história toda porque nao vem ao caso e é longa, mas vou listar coisas que aconteceram: namoramos por quase dois anos, eu tive dois empregos nesse meio tempo e bancava absolutamente TUDO, desde uma pizza até a feira da casa. Mesmo ele sendo quatro anos mais velho era extremamente parado na vida, tentei mil vezes incentivar e mandar oportunidades pra que ele conseguisse algo, mas tudo ele desistia ou nem tentava. Sobre a feira da casa, eu morava só e ele passava mais da metade da semana comigo, quando ele estava na minha casa a comida que geralmente durava uma semana acabava em dois dias. Nunca reclamei ou cobrei nada, pois sabia que ele não tinha como pagar. Comprei passagem de avião pra ele viajar comigo. Comprava coisas que ele precisava tipo camisetas, meias, alguma coisa que tinha quebrado, maconha (que eu nao fumo mas ele sim), cigarro. Até ai tudo bem. Mas aconteceram outras merdas.
O clima começou a ficar ruim entre a gente por N fatores, incluindo ele sempre ficar se depreciando e se afastando sob a desculpa de ser "um merda que não me merecia". Como já sofri alguns traumas sexuais fico as vezes com certa ansiedade se me sinto pressionada a ter relação. Falei isso pra ele e o que ele fez? Disse que tudo bem, não precisávamos transar naquele momento. Virou na cama e se masturbou DO MEU LADO, enquanto tocava em mim. Ou seja, também me abusou sexualmente. Só contei isso pro meu psicologo e dei uma amenizada contando pra uma amiga. Eu fiquei tao chocada que nao consegui fazer nada, e depois que ele veio chorar dizendo que era um merda por ter feito isso eu só desculpei e agi como se nada tivesse acontecido.
Outro conflito foi que ele deu moral pra uma amiga, eu sabia que tinha algo de errado ali, dei escândalo, fiquei bem acabada porque rolava bem explícito na minha frente, ele me contava que ela falava mal de mim pra ele, eu perguntava por que ele deixava e por que queria a amizade de alguém que não respeitava o relacionamento dele. Resumindo essa parte, só depois que eu tive uma crise fudida, num dia que ele falou que ia dormir na casa de um amigo e que ela ia também, eu desativei todas as redes sociais, exclui o WhatsApp e tentei me matar, minha irmã avisou a ele que eu tinha tomado num sei quantos remédios (ela viu as cartelas no lixo) e ele veio correndo pra minha casa dizendo que ia parar de falar com ela, mas depois do termino eu descobri que nunca tinha parado. Obviamente eles namoram hoje em dia kk
A gente transava sem camisinha porque ele dizia que nao conseguia usar, que sempre broxava, tinha ansiedade e o caralho.. isso desde a primeira vez. Sim, fui burra e inconsequente. Ai eu aceitei, pois além de eu ter teste de DST sempre em dia, tomava anticoncepcional, porém outra burrada minha né, confiei que ele nao tinha nada já que, segundo ele, nao tinha tido muitas experiências sexuais antes e nem uma grande variedade de parceiros. Enfim, só que depois de um tempo, quando já tinha rolado a treta com a amiga dele, perdi a confiança e nao conseguia mais transar sem, a consciencia pesava trinta mil vezes mais e batia a ansiedade, do nível ficar chorando desesperadamente só de ele me tocar. Sim gente, era HORRIVEL, o ponto do desabafo é justamente eu me odiar por ter passado por essa situação. POR MUITA SORTE, nunca engravidei e nem peguei DST (fiz teste de sangue pra sífilis, hepatite, HIV, etc etc algum tempo depois do termino, sempre faço todo ano).
Enfim, depois de eu praticamente implorar pra usar camisinha e ele ter fingido que esqueceu em todas, a gente foi parando de transar mesmo, porque eu sempre tinha crise. Ficou acontecendo de vez em nunca (mas usando camisinha), e nesse ponto hoje em dia eu penso que meu inconsciente já sabia que ele tava com a outra, e que por isso meu corpo ja sentia tanta repulsa,fora os traumas que ele já tinha causado e eu não conseguia enxergar.
No último ano ele terminou comigo três vezes, a primeira porque eu disse que ele tava me atrapalhando enquanto eu trabalhava, a segunda porque eu quis conversar sobre formas da gente melhorar o relacionamento e ele disse que não tinha como, a terceira foi no dia do meu aniversário, porque ele dormiu até 17h da tarde e eu reclamei que ele não tinha dado parabéns, aí ele teve um surto e mandou eu me foder, além de ter dito que ia se jogar na frente de um carro pra se matar e que a culpa ia ser minha. Em todas essas vezes eu implorei pra voltar. Pois é.
Só tive coragem de terminar numa vez que, depois de me forçar a transar porque já fazia quase um mês desde a última vez, eu senti tanto nojo de mim mesma que consegui criar coragem e simplesmente terminar, depois dele ter se lavado no banheiro, numa época que a gente estava "bem". Ele "aceitou", mas acho que ficou puto pelo fato de ter aceitado voltar três vezes e no fim eu que tenha pedido as contas (literalmente, já que ele tmb me devia dinheiro e quem pagou foi a amiga dele, que agora é namorada). Tentamos ser amigos, mas depois de eu ter aberto com total sinceridade as coisas que havia sentido ao longo do relacionamento e disse que não estava totalmente preparada pra ter contato normal com ele, fui bloqueada de tudo, até hoje.
Não sei se pelo fato de nunca ter podido confrontar ele diretamente sobre essas merdas depois da ficha ter caído, mas eu sinto que não consegui superar a raiva de mim mesma, não consigo sequer entender como eu me submeti a essas coisas, nem qual sentido eu via em manter o relacionamento, já que eu era MUITO infeliz por uma série de motivos. E o mais engraçado de tudo é que por ele eu só sinto desprezo, não consigo sentir essa mesma raiva, é como se a culpa fosse minha por ter permitido tudo isso acontecer. Eu nao sei se algum dia vou conseguir me perdoar.
TL;DR: bancava meu ex que era encostado, que abusou sexualmente de mim, me traiu com uma amiga (que hoje em dia namora), e sinto raiva de mim mesma por ter ficado dois anos nessa situação.
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2020.08.18 19:05 New_File2351 A depressão destruiu a minha vida. Não deixe que destrua a sua também

Saí de dentro de uma caverna pra escrever esse post. Aparentemente tem muita coisa acontecendo que vai me abafar, mas postarei mesmo assim,
Sofro de depressão desde a minha infância e a minha vida foi marcada pelo completo vazio. É difícil explicar para as pessoas o que é esse vazio, pois sempre estão fazendo alguma coisa. Eu nunca fiz nada e é sobre esse nada que quero falar.
Nunca tive amigos ou alguém com quem pudese conversar. Também nunca interagi com as pessoas pela internet. Na escola eu ia embora logo e não interagia com ninguém. Não fiz atividades fora da escola. Nunca tive nenhum relacionamento, sequer beijei alguém durante toda a minha vida. Também nunca trabalhei nem continuei os estudos.
A única coisa que fiz na vida foi uma faculdade e nem sei como, pois eu quase não frequentava, não fiz pesquisa, não tive bolsas, nada. Eu fazia as provas e ia pra casa. Quase não conheci ninguém, nunca fui a nenhum evento com colegas de sala, nada.
Quando falo em depressão, muita gente deve imaginar uma pessoa triste, mas que faz as coisas, pois ouço muitas histórias de pessoas com depressão que viajam, namoram, fazem muitas coisas. Não é isso o que aconteceu comigo. Ao longo desse tempo eu mal tive ânimo ou energia para nada, por muitos momentos me vi no chão, sem conseguir sair do lugar, como se meus músculos não respondessem aos meus movimentos.
Eu demorei muito pra receber um diagnóstico e fazer tratamento, porque minha família achava que era tudo frescura minha, que eu era preguiçoso, apático e que não gostava de fazer nada. Com isso fui perdendo muitos anos de vida.
Venho fazendo tratamento, já tomei quase toda classe de medicamento possível, tudo sem resultados. Já fui por diversas vezes a psicólogos mas não fazem nada. Tudo foi em vão e só perdi ainda mais tempo.
Hoje eu tenho 27 anos e perdi completamente a minha vida. Você que está lendo pode até dizer que ainda estou jovem e posso fazer muitas coisas, mas não é a mesma coisa. Eu não posso vivenciar o que é ser uma criança brincando com os amigos, um adolescente namorando, um adulto jovem fazendo pesquisas na faculdade, estágio, iniciando uma carreira. Eu não posso vivenciar nada disso. No máximo eu posso vivenciar o que é ser uma pessoa mais velha "correndo atrás".
O que me resta nessa vida? Vivi a vida toda como um animal de estimação sem nunca fazer nada. Eu não tenho o que fazer ou pra onde ir. Você que está lendo isso deve ter dificuldades pra entender o que é o completo vazio. Esse vazio nos destrói por dentro até que ficamos igualmente vazios, carcaças ambulantes e sem vida. Eu nunca vivi.
O que farei não será um suicídio, pois só morre quem está vivo. Eu já morri há muitos e muitos anos, só esqueceram de me enterrar. O que farei será apenas finalizar essa tarefa.
Se você que está lendo isso tem sinais de depressão ou se identifica com qualquer coisa que escrevi, não deixe que a depressão destrua a sua vida também. Procure e faça todo tipo de tratamento que puder, enquanto é tempo.
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2020.07.02 20:22 xcapputtini-_- Amor ou zona de conforto?

Não sei se vocês que namoram há mais de 3 anos sentem isso ou já sentiram. Ou se eu que tô quebrado e não tenho conserto. Claro, acho que na verdade tem a ver com personalidade e tudo mais. Mas sabe quando o que tu sente que aquela pessoa que tu amava "acentuadamente", parece que agora não é mais um romance e sim um parente?! Não sei - sei que é estranho, gera ansiedade e inquietude.
E o pior de tudo é que o amor por essa pessoa existe e é muito forte e bom - é ótimo. Não me vejo na vida sem ela. Entretanto, parece que o tesão foi embora ou, talvez, esmaeceu...
Eu não sei como lidar. Tô aprendendo, confesso. Sinto isso há algum tempo; namoramos há mais de 6 anos.
Porém, não quero jamais fazer pouco caso dessa pessoa. E essa negligência causada por esse desentendimento me incomoda... Incomoda por eu não ser mais o mesmo pra ela.
Infelizmente sentimentos não são lógicos e eu sou apenas o escravo da minha natureza - um servo do meu próprio eu.
Espero logo reacender tudo o que for possível ou, de vez, deixar essa pessoa seguir em frente pra que ela enfim seja feliz!
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2020.03.31 01:18 khkjzhxckj Meu namorado disse que acha normal pensar em transar com outras pessoas

Nós namoramos há 4 anos, moramos juntos há 1 ano e nesse 1 ano pra cá ele vem tocando bastante no assunto "relacionamento aberto". Hoje, conversando sobre isso, eu disse que acho outros caras bonitos, as vezes, mas que não penso em transar com eles, já meu namorado disse que acha normal pensar em transar com outras pessoas e quando eu perguntei se ele já tinha pensado em transar com outras mulheres ele se esquivou da pergunta e disse que não lembra. Eu fiquei preocupada, sinceramente, imaginar que quando a gente sai ele pode ver alguma mulher e querer transar com ela me dá nojo, mesma coisa sobre um relacionamento aberto, no qual ele diz achar "o ideal", nem preciso dizer que o nosso relacionamento é monogâmico. Imagino ele saindo, transando com alguém, depois chegar em casa, deitar comigo e me abraçar, beijar? É a coisa mais estranha pra mim. Na hora fiquei irritada e disse que quando ele pensar em transar com outro alguém, fazer um favor pra mim e terminar nosso relacionamento, ele disse que eu estava exagerando. Enfim, vocês homens e mulheres que namoram, sentem atração por outras pessoas a pensar que querem transar com elas? Edit: como isso funciona?
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2019.05.24 20:13 Dantdor Solitário demais

Bom, sempre foi assim, na escola, na faculdade, sempre fui muito sozinho. Tenho alguns "amigos", mas parece que se importam ou falam comigo apenas quando precisam de algo. Tenho uma melhor amiga que considero muito, conheci no antigo trabalho e as vezes almoçamos juntos, mas mesmo assim sinto que ela não me conta tudo ou não faria a mesma coisa que faria por ela, sei lá, desabafo bastante pra ela também. Minha autoestima está lá embaixo, Tenho 25 anos e nunca namorei, consegui um encontro meses atrás no tinder e perdi o BV, mas foi só isso mesmo, a menina não quis mais saber de mim.

O meu ciclo social é muito pequeno, tenho vontade de sair e me divertir e não tem ninguém com quem convidar (minha melhor amiga é casada). Balada? umas 3 até hoje. Não estou parado, faço uma pós a distância e estou fazendo academia, logo começarei em um curso de inglês também. Sou feliz no trabalho e tenho pais maravilhosos que se importam muito comigo. Eu estou infeliz no lado social.

Vejo muitas pessoas que são bem mais novas que eu e já namoram há tempo e são populares com todo mundo. Eu apenas estou existindo, não estou vivendo. Acho que não sou uma pessoa interessante e nem com conteúdo. Comecei a assinar o netflix para ver se assisto series para ter mais conteúdo e frequentar mais as redes sociais que não utilizava muito para ver se consigo me enturmar mais, mas está complicado mesmo assim.

O tempo está passando muito rápido e não estou aproveitando nada dessa vida, daqui a pouco estou com 30 anos do mesmo jeito que hoje. Isso é uma versão resumida, tenho vontade de chorar muito por tudo isso.
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2019.05.02 22:25 francborsa Não vejo mais graça em viver e minhas expectativas estão frustradas

Fiz 17 anos recentemente, tenho pouquíssimos amigos e nunca me relacionei com ninguém. De tempos em tempos fico muito insatisfeito comigo mesmo, por não ter nada do que me orgulhar. Não sou bom em absolutamente nada, e quando fico triste por me dar conta disso, também não há nada que possa me distrair e me dar algum alívio para fugir dessa consciência de inutilidade. Não sei tocar nada, nem cantar, ou atuar, muito menos desenhar ou pintar, também não sou bom com esportes, sou péssimo com idiomas (e essa é a uma das coisas que mais de deprime e me faz ver meu futuro com desânimo, pois não consigo desenvolver meu inglês e sei que não há sucesso profissional sem isso hoje em dia), e é claro que essas coisas não são as únicas em que se pode ser bom, mas são alguns exemplos de que nunca encontrei uma vocação, nem um hobby ou algo assim, para ter o alívio de dizer: "Pelo menos sei fazer isso".
A maioria das pessoas têm um motivo para querer continuar vivendo, geralmente é a família ou a perspectiva de um futuro melhor ou coisa semelhante, mas eu não tenho.
Não sei o que farei se não passar no vestibular, não sei como farei para ascender na vida sem um curso superior, eu definitivamente não quero envelhecer pobre, e ser como meu pai, chegar aos sessenta e poucos anos pobre e ignorante, um completo fracassado de quem ninguém se lembrará e que depois da morte não fará falta alguma no mundo...
Às vezes considero entrar para a política caso eu fracasse nas outras tentativas, no entanto, não tenho carisma para isso, e assim outra alternativa vai-se embora. Da mesma forma já considerei entrar nas forças armadas caso não passe no vestibular, porém não tenho condicionamento físico para isso, então é provável que eu nem consiga entrar.
Eu só queria poder viver essa época da vida melhor, aproveitando mais, como muitos outros jovens de 17 anos: namoram, vão em festas, socializam, sentem inúmeras sensações, enquanto eu não faço nada disso. Apenas fico me masturbando frequentemente triste por ser solitário e nunca sequer ter beijado alguém. Sempre observo os outros jovens, que geralmente estão incluídos em seus grupos sociais, sempre sorrindo e se relacionando com alguém, jovens que tem ânimo e conseguem dançar ao ouvir uma música, e me pergunto: por que eu não consigo ser assim?
Não era para eu ser infeliz como sou, se minha família é boa comigo, nunca brigam, tenho toda a calma do mundo na minha casa. Nunca usei drogas, nem nada do tipo, no máximo consumi álcool algumas vezes numa época que me "desviei", mas isso foi breve. O ano passado foi bem mais cheio de experiências novas, mas esse está cheio de monotonia e tédio.
De tempos em tempos quando essa tristeza e desespero bate, penso em suicídio, e já pensei várias vezes "se tal coisa acontecer me matarei", pensando nos métodos para fazer isso inclusive. Até agora, nenhuma dessas condições para o suicídio aconteceu. Não vejo muito valor em estar vivo, para mim, todos somos apenas átomos sem significado. Mas às vezes penso que algo extraordinário pode acontecer na minha vida e fazê-la valer a pena, uma coisa, um princípio ou uma pessoa pela qual eu viva. Eu queria acreditar em algo, já fui cristão, protestante calvinista, porém depois de um tempo minha fé desapareceu, e percebi que no fim eu levava aquilo mais como uma filosofia do que como uma crença espiritual real. E sem acreditar em nada, a vida fica realmente sem graça, por isso as religiões são necessárias, no entanto, estou imune a crenças, justamente por vê-las dessa forma.
O que eu faço?
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2018.03.27 14:06 Edubs42 Apesar de ser de direita sou a favor do aborto

Sou de direita e cristão evangélico, porém sou a favor do aborto.
Moro num lugar pobre, embora me enquadro na classe média.
Conheço algumas gurias q engravidaram cedo. Felizmente essas gurias namoram ou casaram com o pai dessas crianças e estão cuidando de forma correta de seus filhos.
Porém existem casos de gurias q engravidam e ñ sabem quem eh o pai ou q por mais q saibam ñ querem ter um filho naquele momento, e por mim essas gurias deveriam ter o direito de abortarem.
Sim camisinhas no Brasil são grátis, aqui perto de caso há dois postos q têm uma caixinha aonde tu pod pegar camisinhas. Esse argumento eh usado para defender que a prevenção eh fácil e realmente eh. Porém se alguém ñ eh capaz de usar uma camisinha acho difícil q seja capaz de cuidar, educar e prover para uma pessoa por no mínimo 18 anos.
Esses são meus argumentos a favor do aborto.
Por fim há também um debate, especialmente nos EUA em abortos serem pagos por impostos e serem possíveis de ser feitos de graça no SUS, ñ concordo com isso. O custo de um aborto por + q seja caro ñ chega nem perto do custo de se ter um filho.
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2016.03.12 01:54 binoculo Não viver junto com o namorado/a

Ultimamente tenho conhecido umas jovens na casa dos 25-35 anos que trabalham (não dependem dos pais) e vivem em casa arrendada sozinhas, normalmente com um animal de estimação tipo cão ou amster. A parte estranha disto tudo é que todas elas têm namorados de longa data a residir na mesma cidade!
Eu vivi em casa dos meus pais muitos anos, mas mal tive um relacionamento sério com uma rapariga, fomos logo viver juntos cerca de 2 anos. Quando nos chateámos, voltei para casa dos meus pais visto que arrendar casa sozinho sai muito caro.
Deve ser problema meu, mas não consigo perceber o que é que leva uma pessoa com uma relação de longa data a continuar a viver sozinha/o numa casa arrendada, visto que, para além da companhia de namorado/a, até do ponto de vista financeiro é muito mais vantajoso viver com outra pessoa.
Alguém me consegue explicar as razões de uma pessoa gastar 400 euros de renda e ter o namorado/a de longa data a gastar outros 400 euros de renda num apartamento no bairro ao lado, em vez de gastarem os dois 600 euros no total num apartamento e viverem juntos?
Na minha visão, se namoram há tanto tempo e não vivem juntos é porque é uma relação sem futuro..ou estou a ter uma visão retrógada e está-me a escapar alguma coisa?
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2015.12.04 13:46 Riddle0219 [Serious] O que fazer com a minha vida?

Boas portugal. Escrevo isto porque verdadeiramente não sei o que fazer com a minha vida, nem sei como sobreviver minimamente bem, mesmo que tenha alguns objetivos gerais.
Sou um jovem de 21 anos, sexo masculino, fiz a escola e acabei o secundário com média de aproximadamente 17 valores no curso de línguas e Humanidades (Não me lembro do valor certo da média). Após isso, meti-me a tirar o curso de Direito numa pública, no qual já estou à cerca de 4 anos (4ª matrícula).
Fui para o curso porque achei que era uma boa escolha para quem esteve em Humanidades, e achei algumas profissões interessantes. Para quem não sabe, o curso de Direito é daqueles que começa com noções gerais e cadeiras que não são bem do curso (como introdução à economia) e depois progride para cadeiras mais jurídicas, cada vez mais específicas e difíceis. O que me aconteceu e que só reparei à pouco, foi que quanto mais o curso se torna jurídico (ou seja, mais "Direito") menos o suporto, e muitas cadeiras de que gostei, gostei por terem a ver com outras áreas - História do Direito pela parte histórica, Introdução à economia adorei, Direito fiscal pela parte financeira e Penal pela parte criminológica e não tanto legal. Cadeiras de direito privado (como direito civil, etc.) que são super importantes e muitos empregadores olham especificamente para elas e pedem as respetivas notas para escolherem quem contratar (até porque a média pode ser mais alta por causa de cadeiras inúteis, super fáceis que a sobem que todos os cursos tem), eu detesto e tenho, no máximo, um 11 ou 12 e raramente passo à primeira.
Resumindo e concluindo, passei excelentes momentos, sobretudo no primeiro mas também segundo anos de faculdade, até ia tendo algum interesse de vez em quando, ia estudando e fazendo as cadeiras todas, fui à queima, diverti-me, fiz bons amigos e passei bons momentos, mas no terceiro que é considerado o mais difícil e também muito importante porque tem cadeiras fundamentais para muitas profissões relacionadas com Direito e especialmente advocacia (como processo civil, obrigações, processo penal, por aí), desleixei-me, deixei de ir completamente às aulas e reprovei de ano, perdi bolsa porque só completei 40% das cadeiras (4 em 10) que não chega para ter os 36 créditos e renovar a bolsa de estudo.
Basicamente, eu menti aos meus pais à descarada e disse que só reprovei a três cadeiras, e pedi a bolsa entretanto, já sabendo que quando responderem não a vou ter. Os meus pais acham que eu vou acabar o curso e só tive um momento um bocado mau. Entretanto, tenho tentado ir às aulas mas cada vez mais acabo por sair a meio e ir para o café beber um café, estudar o código pois estou a tirar a carta, ler outros livros que não tem nada a ver com Direito ou mesmo jogar no tablet.
Eventualmente eles vão descobrir, e eu estou aqui, com o 12º ano, sem vontade de fazer o curso e com vontade de me tornar independente e trabalhar. NUNCA trabalhei, mesmo em part-time por baixo da mesa, e estou neste momento a fazer o meu CV e irei enviar currículos para sítios onde possa trabalhar (aceito tudo menos trabalhar nas obras porque, verdade seja dita, sou um gajo com pouca força e destreza física).
Para tornar mais fácil o que quero ao certo, aqui estão pontos importantes:
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2015.09.09 21:05 veribaka [Blog] Os sete ingredientes mortais de Rui (Eu visto de vermelho e branco)

Era uma vez…
Um pasteleiro de seu nome Jorge, conhecido como o melhor pasteleiro na zona na arte de fazer pastéis de nata. Aqueles pastéis de nata tipicamente portugueses, que encantavam qualquer um que tivesse a oportunidade de os apreciar. A história do Jorge é algo caricata, ele foi subindo na vida a pulso, de empresa em empresa, até que surgiu a oportunidade de integrar a maior pastelaria de Portugal.
A pastelaria era a mais conceituada e reconhecida em Portugal (doravante pastelaria B) e tinha uma imagem muito positiva além fronteiras, devido a mais de 100 anos de história e de sucessos alcançados ao longo da sua vida, no entanto encontrava-se numa situação algo moribunda, à deriva e sem conseguir alcançar nos anos precedentes todo aquele sucesso que lhe era reconhecido. Andava a perder prémios, prestígio e reconhecimento para uma outra empresa situada mais a norte (doravante pastelaria P), que aliava qualidade a uma postura menos correta no nicho de mercado em que se encontra, algo que as autoridades competentes deixaram passar em branco (e amarelo, e mulato, e etc.), porque as suas pastelarias se faziam acompanhar de um café com leite e uma frutinha da época, capaz de fazer qualquer um atingir momentos de puro prazer.
Com a chegada do Jorge à pastelaria B, esta sofreu um safanão tal que começou novamente a voltar a encantar os seus clientes, a ganhar prémios e a mostrar o porquê de ser a mais conceituada e o porquê de merecer ser a maior e melhor pastelaria do país! Com altos e baixos entre 2009 e 2015, altura em que Jorge esteve à frente da pastelaria B alcançado alguns êxitos devido aos seus pastéis de nata maravilhosos, a pastelaria conseguiu colocar-se como a maior potência doceira nacional e o futuro prometia alguma estabilidade e confiança. Entre este período existiram algumas crises entre Jorge e a entidade patronal, que acabou por lhe dar a mão e manter no cargo mesmo contra a vontade de grande parte dos clientes que demonstravam algum descontentamento devido à qualidade dos seus croissants ter vindo a decair e a desiludir, batendo no fundo em 2013. A partir daí assentaram os pés no chão e até 2015 foi um regabofe de prémios e prestígio alcançados, que Jorge voltou ao trono com os seus pastéis de nata, altura em que… Foi vê-lo partir naquela estrada.
A empresa rival da área metropolitana de Lisboa (doravante pastelaria S) decidiu ir atrás do Jorge, e num golpe de charme conseguiu contratá-lo com um chorudo ordenado, deixando ao mesmo tempo a pastelaria B ferida no orgulho. Há lá coisa mais gostosa que conseguir uma estrela para a empresa, ao mesmo tempo que se enfraquece a empresa rival! Os pastéis do Jorge também são gostosos, mas isto é um gostoso daqueles que acontece muito raramente quando há um eclipse solar, e a empresa S bem que precisava de um ânimo renovado, depois de anos e anos na penumbra e na sombra das principais doçarias nacionais B e P. O Jorge também não fica isento de culpas, demonstrando toda uma falta de humildade e respeito perante quem lhe deu muito mais a ganhar que a perder, defeitos que lhe tinham sido apontados ao longo dos anos, sendo também por aí que os seus pastéis de nata serviam algumas vezes para um brilharete interno, mas além fronteiras acabavam por ser esmagados e fazer má figura. O seu ego era enorme mas os factos não o justificavam, e Jorge nunca viu isso dessa forma nem aceitaria algo nesses termos. Para si mesmo, ele era o maior e melhor pasteleiro de Portugal (até que o mundialmente reconhecido e emigrado José).
Passado todo este episódio e assente a maior poeira, o grande líder da empresa B, Luís, procura desesperadamente um substituto para Jorge. A clientela levou uma facada no coração ao perder o seu pasteleiro de renome nacional a seu lado já há alguns anos, e chorava pelos pastéis de nata maravilhosos que nos últimos anos tinham voltado em força às mesas da pastelaria B. Era Jorge ou o caos, nas fileiras da pastelaria B. Sem meias medidas e numa postura cuja intenção de Luís seria demonstrar que Jorge alcançou o sucesso devido à empresa e não o contrário, ele tomou uma decisão da sua (quase) inteira responsabilidade. Fazendo orelhas moucas a tudo e todos que o rodeavam, escolheu para substituto de Jorge um homem que trabalhava numa empresa mais a norte, em Guimarães, chamado Rui.
Rui é um pasteleiro mais novo e com menos experiência, tinha ganho algum bom nome devido ao trabalho feito na empresa de Guimarães, onde com poucos recursos tinha conseguido manter alguma qualidade no trabalho apresentado. A sua maior virtude tinha sido a aposta com sucesso em ingredientes caseiros, que mais tarde dariam um belo retorno financeiro à empresa. Contrariamente aos pastéis de nata que o Jorge confecionava, Rui habitualmente era especialista na arte dos croissants, algo mais internacional e requintado, utilizado na maior parte das grandes pastelarias europeias e mundiais. Já tinha trabalhado numa das sub empresas da pastelaria B, era conhecido e homem da confiança do patrão Luís, e foi em si que recaiu a escolha para assumir o cargo. Os clientes e associados da pastelaria B não ficaram muito satisfeitos com a escolha, na sua maioria, porque não lhe viam o perfil e a qualidade necessária para manter a batuta, e consequentemente o Luís perdeu alguma (muito pouca, diga-se) falange de apoio.
Eu, como cliente associado que sou da pastelaria B, confesso que fiquei contente quando na altura foi comunicado oficialmente este facto. Era um dos dois pasteleiros da minha preferência, juntamente com outro de seu nome Marco, que rumou à Grécia. Defendo que a pastelaria nacional está boa e recomenda-se, estes dois nomes estavam disponíveis e julgo que dariam conta do recado se lhes fosse dada essa oportunidade. Estava confiante que a mudança para os croissants seria o rumo certo por ser o meu alinhamento pasteleiro preferido, e via qualidades na confeção do Rui.
Poucos meses se passaram, o Rui fez o seu estágio na América, começou a trabalhar a doer, e eu sinceramente estou com algum receio neste momento. Acredito que pode dar certo, lá no fundo acredito, mas já acreditei muito mais. O que se tem visto nos últimos tempos a sair da mui nobre pastelaria B, não faz jus ao nome que acarreta. Os doces têm sido bons q.b. à rasquinha, já perdemos um dos prémios de início do ano e logo para o Jorge e a empresa S que bateu cá forte no orgulho. Seguem-se aqueles que para mim são os sete ingredientes mortais para o que aconteceu, acontece e infelizmente acho que acontecerá no mundo da empresa B:
1 O estágio de Rui foi muito mal planeado, prejudicando seriamente o seu início a doer na pastelaria B. Sendo um pasteleiro novo na empresa, sem conhecer os seus colaboradores, começando um trabalho do zero, exigia-se que o estágio se pautasse por outros fatores. Sim, porque o fator em causa escolhido pelo patrão da empresa foi puramente económico quando se exigiam outros, nomeadamente o processo de dificuldade gradual, a proximidade e reconhecimento das suas próprias infraestruturas e ingredientes disponíveis, os testes de 3 em 3 dias.
2 A desconfiança dos clientes e associados da empresa B. Por vezes diz-se que é por dentro que uma casa cai, e foi um pouco o que aconteceu com Rui. Desde início que uma grande parte dos clientes não concordaram com a escolha do novo pasteleiro, não lhe reconheciam a qualidade necessária para levar a pastelaria pelo caminho da fama e do sucesso. O problema é que por todo o lado se começou a transmitir este sentimento (fóruns, blogues, televisão, nos cafés, etc) propagando-se e conquistando os mais incertos e até os que confiavam na escolha. Não raras vezes foram as circunstâncias em que se chegou mesmo a colocar o Rui como alvo de chacota e de ridicularização em praça pública com o intuito de levar a sua ideia avante, criando instabilidade não só desnecessária como digo mesmo estupidamente prejudicial. E prejudicial não é problema para muitos, que preferem mesmo que tudo corra mal na pastelaria B para mais tarde poderem dizer “eu tinha razão, eu avisei, eu bem sabia”.
3 A pressão da chegada de Rui à pastelaria B em nada se compara à pressão que Jorge encontrou aquando da sua chegada. É algo natural, e parece-me que é por aqui que o pecado mortal anterior tem origem. Quando Jorge chegou à pastelaria B para assumir o cargo de pasteleiro, a empresa encontrava-se numa situação de depressão, instabilidade e quase de acomodação a um segundo plano. Portanto, tudo o que Jorge pudesse fazer de positivo seria um sucesso, caso não conseguisse nada por aí além basicamente era mais do mesmo e continuar-se-ia na mesma senda. É algo que Rui não tem a seu favor, a margem de manobra. Este chega à pastelaria B após esta vir de um período positivo em termos de prémios e reconhecimento, de estreita relação com os seus clientes, de um mar de rosas à tona da água. Qualquer passo dado em falso por parte do Rui, é logo colocado como uma questão de vida ou de morte. As coisas ou correm bem, ou correm bem, porque nos últimos dois anos correram bem. E Rui tem de saber lidar com esta pressão enorme que lhe recai sobre os ombros, não tem alternativa.
4 A pastelaria B era reconhecida pela especialidade do Jorge, os pastéis de nata. Estes pastéis de nata conjugavam ali uma mescla de 4 natas, 2 camadas de massa folhada, 3 ovos e 1 pitada de canela. Depois há sempre aqueles segredos que são alma do negócio e que caracterizam cada um dos bons pasteleiros, a sua imagem de marca. Ora, Rui não é especialista nesta arte, é especialista nos internacionais croissants, vistos nas melhores e campeãs pastelarias alemã, inglesa, espanhola, francesa, etc, onde se cozinham e namoram entre si 4 camadas de massa folhada, 3 pitadas de farinha e 3 retoques de gila, ovo, chocolate, é ao gosto. Um dos principais problemas reside aqui, pois Rui não foi suficientemente corajoso para cortar com o passado. Neste momento a pastelaria B não vê servir aos seus clientes o bom croissant com que ele foi evoluindo ao longo dos anos e que ele melhor domina. Não, Rui optou por ceder à pressão e quis tentar continuar a produzir os pastéis de nata que existiam antigamente, quis manter o paradigma já existente, correndo o risco de não ter o conhecimento e a experiência necessárias para a confeção do mesmo.
5 Os ingredientes não se fundem de forma coesa e natural. Em virtude do que foi dito anteriormente. Quando os pastéis de nata de Rui chegam à mesa nos dias de hoje, não se denota um fio de sabor fluido e natural. Não se exige numa fase inicial um paladar esmagador e de levar aos céus os maiores críticos, mas pelo menos que demonstre alguma qualidade no controlo e no assumir de estatuto que tem necessariamente de lhe ser reconhecido. Não é com um pastel de nata confecionado aos trambolhões de início ao fim que se vai conseguir levar a nau a bom cais. Ou melhora muito a forma como todo um pastel de nata é elaborado do início ao fim como um todo, ou terá sérios problemas. Ou então começa novamente do zero e num ato racional e de coragem e pulso firme, assume que é bom a fazer croissants e é por aí que deve apostar. Já vai tarde, diga-se, porque deveria ter sido a sua postura desde início, é nisso que ele é bom, é nisso que tem de apostar, é na qualidade e no imediato que lhe vão recair as exigências e os fatores que lhe podem fazer alcançar o sucesso. Porque a pastelaria B ou começa em breve a apresentar qualidade aos seus clientes, ou corre o sério risco de entrar numa nova crise.
6 Dispõe de muitos ingredientes de qualidade mediana. Sejamos francos, para não correr o risco de ser desonesto, no último ano de Jorge também já se denotou uma clara quebra de qualidade no que aos ingredientes diz respeito, ainda que ele tenha conseguido disfarçar esse facto e tenha conseguido alcançar alguns prémios. No entanto a toada mantém-se. A pastelaria B está muito longe de apresentar hoje em dia a qualidade de ingredientes que apresentou durante o passado recente, ainda mais que no ano passado. E fazer um brilharete com ovos puros do campo de reconhecida qualidade, não é a mesma coisa que com ovos de aviário. Culpa de quem deixou a empresa B chegar a este ponto, de quem gere os stocks, de quem olha para os recursos e assume que está bom como está.
7 As condições orçamentais oferecidas são menores. Sim, sei que o Rui não está a conseguir manter a bitola nos pastéis de nata. Mas também não é menos verdade que naquela casa já houveram melhores condições para se fazer algo melhor, através de ingredientes de qualidade reconhecida, como eu disse anteriormente. Com a diferença que quando não os havia, compravam-se nem que fosse em cima do prazo de validade, e com Rui isso não aconteceu. O patrão cortou-lhe e de que maneira o orçamento disponível para abastecer o armazém de ingredientes de qualidade inegável. Parece até que longe vão os tempos recentes em que haviam ingredientes sérvios, brasileiros, argentinos, espanhóis de qualidade inegável, alguns até que não passaram muitas vezes de reserva no decorrer do ano. Hoje em dia existem ingredientes de primeira linha a serem utilizados constantemente que nem se aproximam da qualidade de alguns desses que por vezes eram meras reservas de ocasião. Capacidade para melhorar, não existiu. Outrora eram compradas verdadeiras especiarias a peso do ouro, hoje é vê-las a virem pesadas como o ouro.
Veremos o que acontece no futuro. Eu já confiei mais que a minha estimada pastelaria B tinha feito uma boa escolha, e que o homem escolhido tinha capacidade para o cargo. Continuo a ir lá tomar o pequeno-almoço diariamente, mas ainda denoto muita falta de açúcar para me adoçar o paladar ao meu gosto.
Texto escrito por anónimo, editor do blog.
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